Controladoria estratégica: descubra como os dados gerenciais podem tirar empresas da crise

Gestão financeira

Controladoria estratégica: descubra como os dados gerenciais podem tirar empresas da crise

Por Bruna Dalmas Publicado em 6 Min

Tem empresa que vende bem, gira caixa, tem operação rodando, mas não vê crescimento.

O lucro não aparece, o dinheiro some no caminho e a sensação é de estar sempre andando em círculos, sem saber exatamente o porquê.

Se você já percebeu isso em algum momento, saiba: é mais comum do que parece.

A controladoria estratégica vem ganhando espaço justamente nesse cenário: quando o volume de informação cresce, mas a clareza não acompanha.

Para entender melhor por que isso acontece e como transformar crise, conversamos com Rafael Pisàpio, da ROP Gestão Empresarial.

Na conversa, ele explica como tem utilizado o HubCount BI para transformar a realidade de empresas, inclusive em cenários mais críticos, orientando a gestão com base em dados.

“Muito empresário está focado no comercial, comprando e vendendo o tempo todo, mas não consegue enxergar o todo. Ele não entende por que todo esforço não vira resultado. Quando entendemos os dados, mudamos o jogo”, explica.
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Controladoria Estratégica: Como atua a ROP Gestão Empresarial?

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Rafael Pisàpio - ROP Gestão Empresarial

A ROP Gestão Empresarial acumula mais de 15 anos de atuação, com uma visão clara de crescimento estruturado.

Ao longo desse tempo, expandiu sua atuação para diferentes regiões do Brasil e segmentos, sempre com o objetivo de ajudar empresas a entender o que está travando seus resultados e como destravar esse cenário com base em dados.

A metodologia de controladoria da ROP tem o objetivo de trazer respostas para as empresas que estão em crise, para que elas possam se posicionar no mercado e expandir as suas operações. Ou então, para aquela corporação que não está necessariamente em crise, mas não consegue crescer.

Por exemplo: imagine que você montou o negócio, foi até um determinado ponto e depois estagnou.

A atuação de Rafael Pisàpio entra justamente para entender o que está acontecendo e direcionar a expansão.

Além disso, ele explica que existe um padrão comum em empresas que travam ou entram em crise: elas cresceram sem estrutura. Sem gestão de custos, sem planejamento orçamentário, sem acompanhamento de desempenho. E isso cobra um preço.

“Muitas vezes o empresário chega sem liquidez, sem entender o que aconteceu. Ele fez tudo certo do ponto de vista operacional, mas não tinha visão”, conta Rafael.

É aqui que entra o papel da controladoria estratégica como ferramenta de ajuste.
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O erro dos gestores é analisar números isolados


Toda empresa tem dados. Tem DRE, balancete, relatórios, mas isso, por si só, sem ser consolidado, não traz visão.

O problema é que, na maioria dos casos, esses números ficam isolados no financeiro ou na contabilidade, e a tomada de decisão muitas vezes é feita com apenas um recorte da realidade e no feeling.

E aí que o trabalho de Rafael se tornou essencial dentro das empresas. Ele é especialista em Controladoria e Gestão de Crise e atua reestruturando e expandindo negócios de norte a sul do Brasil. 

“Muitos gestores de área não são especialistas. Eu uso toda a base contábil, toda a massa de dados que a empresa já gera, e transformo isso em informação que o gestor consegue usar na ponta. Hoje, eles conseguem entender por que o EBITDA não está performando bem e quais movimentos precisam fazer para melhorar esse resultado.”, comenta Rafael.

Na prática, isso significa sair do número técnico e chegar na decisão prática. As empresas que contam com sua metodologia em controladoria passam a entender seus números e gargalos, e a partir daí tomar decisões estratégicas. 
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Virada de Chave: quando a análise de dados gera resultado


Um dos pontos mais interessantes da controladoria estratégica dentro das empresas é quando os gestores passam a ter clareza sobre o que fazer na gestão.

Quando os indicadores financeiros começam a fazer sentido, tudo muda. As estratégias tem direção, os resultados chegam, o ROI de cada ação é bem definido e o crescimento é sentido.

A empresa passa a entender:

  • Por que a margem caiu;
  • O que está afetando o caixa;
  • Onde a operação está perdendo eficiência.

“As empresas com as quais eu atuo, os gestores passam a falar sobre indicadores de desempenho, geração de caixa, liquidez e solvência. E o mais interessante é ver essa evolução: você pega um projeto do zero e, depois, enxerga claramente a transformação acontecendo e o resultado vindo junto.” explica.
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‍O impacto real aparece quando a decisão muda


Empresas que não trabalham com orçamento vivem no modo reativo. E a controladoria só faz sentido quando impacta a decisão.

Isso fica ainda mais claro em situações críticas.

Rafael Pisàpio compartilha um caso de uma empresa que entrou em recuperação judicial, com uma dívida expressiva e sem clareza operacional. E, mesmo assim, conseguiu transformar essa realidade, saindo desse cenário para superávit.

“Foi um processo longo, de quase cinco anos. Quando o empresário saiu desse cenário, todo mundo quis entender o que tinha acontecido. E a resposta foi direta: uma controladoria focada em gestão estratégica.

No início, eu trabalhava muito com Excel, o que exigia um esforço enorme. Quando implementei o HubCount BI, consegui ter uma visão muito mais rápida e didática do negócio. Isso permitiu direcionar nosso tempo e energia para as ações certas.
”

Ou seja, mesmo que o resultado não tenha sido imediato, ele foi consistente.

A empresa saiu de uma situação crítica e, ao longo do tempo, passou a figurar entre as melhores do país no seu segmento quando passou a atuar com uma controladoria estratégica. 
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Tecnologia para dashboard gerencial e escala


A tecnologia entra como um ponto de virada não só para ter visão consolidada e estratégica, mas também quando o operacional começa a travar os processos de análise.

Rafael comenta que, por muito tempo, ficou preso a um modelo comum de dependência de pessoas, seja para lançamentos manuais ou controle em planilhas.

Essa rotina, além de estar suscetível a erros de inserção, também pesa e atrasa. Isso porque, além do tempo investido, existe o nível de exigência. Em cenários auditados, o cuidado com a informação é alto, e qualquer ajuste significa ainda mais horas no operacional.

Ele buscou outras ferramentas e chegou a se aprofundar em Power BI. Mas, na prática, encontrou um problema: complexidade demais para aplicar e, principalmente, para explicar para o cliente.

O ponto chave foi quando encontrou uma solução que encaixava perfeitamente com a necessidade. Ao testar o HubCount BI, a diferença ficou clara já no primeiro uso.

“Uma análise que eu levava seis, oito horas para fazer, quando subi o balancete, foi questão de segundos. Eu não quero ganhar tempo no operacional. Eu quero ter tempo de qualidade para discutir o estratégico e o resultado.”, explica.
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Hora de levar a controladoria para outro nível!  


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