Chegou a hora de desbloquear todo o potencial do seu negócio!

A contabilidade consultiva deixou de ser tendência para se tornar exigência de mercado. Em um cenário de alto volume de dados, reforma tributária e clientes cada vez mais atentos aos números, entregar apenas obrigações acessórias já não sustenta o crescimento de um escritório.
A diferença está em como você usa a tecnologia, especialmente quando falamos sobre os dados contábeis e inteligência artificial, que podem transformar relatórios em estratégia, gestão e, principalmente, nova fonte de receita.
Empresas querem clareza. Querem previsibilidade. Querem entender seus números. E é justamente nesse ponto que o contador encontra espaço para crescer, usando sua expertise para gerar valor e contribuir com os resultados dos clientes.
Em uma entrevista com Maico Wollmuth, da Wollcont, falamos sobre a importância da tecnologia no posicionamento do escritório e como se consolidaram como um modelo na abordagem consultiva e rentável.

Não existe contabilidade consultiva sem estratégia de mercado. E a estratégia começa com posicionamento.
Um dos pontos que mais tem diferenciado escritórios que crescem nesse modelo é entender que não dá para atender todo mundo da mesma forma. É preciso nichar, escolher o perfil ideal de cliente e se posicionar com clareza. Hoje, os negócios que mais valorizam esse modelo são aqueles que precisam de análise estruturada e gestão baseada em dados.
Desde o início, a proposta da Wollcont foi clara: não competir por preço, mas por valor entregue, explica Maico Wollmuth, sócio da empresa.

“Quando falamos de gráficos, indicadores e gestão, estamos falando de tecnologia. É ela que me permite mensurar melhor os custos dos meus clientes, apoiar a tomada de decisão e entregar análises mais estratégicas. E isso tem dois impactos muito claros: primeiro, vira um diferencial competitivo para o cliente; segundo, pode ser estruturado como um produto precificável, gerando receita para o escritório.”
A tecnologia na contabilidade, especialmente por meio do Business Intelligence voltado ao mercado contábil, muda completamente a conversa comercial. Sai a negociação focada em honorário e entra uma discussão sobre resultado, eficiência e crescimento.
Esse modelo se sustenta em alguns pilares essenciais:
1 - O relacionamento com o cliente se torna mais próximo, mais analítico e baseado em dados sobre negócio.
2 - A entrega de um serviço que foge do comum. Não é apenas cumprir obrigações, mas traduzir números em direção estratégica.
3 - A evolução do papel do contador: sair do básico operacional e avançar para uma atuação mais estratégica, consultiva e orientada por informação.
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A resistência inicial à tecnologia foi natural. Muitos profissionais enxergaram a automação e a Inteligência Artificial (IA) como uma possível ameaça. O medo de substituição existiu, mas na prática o movimento foi outro.
“Hoje o foco é automatizar ao máximo. O volume de dados e declarações é muito grande. Sem tecnologia, é muito difícil”, conta Maicon.
Com o avanço da automação contábil, os prazos foram reduzidos, os processos ganharam mais agilidade e menos retrabalho, o que liberou o time para atuar de forma mais analítica e estratégica.
E com a Inteligência Artificial na contabilidade não foi diferente. Ela não substituiu o contador, mas sim acelerou tarefas repetitivas e passou a apoiar análises mais complexas.
No cenário atual, a diferença não está em quem usa a tecnologia para evoluir e quem começa, inevitavelmente, a ficar para trás.
Um dos grandes aprendizados no caminho da contabilidade consultiva é entender que não dá para ser tudo para todo mundo. Crescer exige escolha. E escolha exige posicionamento.
Definir o perfil de cliente ideal é parte central dessa estratégia. Isso pode significar atuar em um segmento específico ou direcionar esforços para empresas de médio e grande porte, ou seja, negócios mais estruturados, com maior volume de operação, margens mais complexas e necessidade real de acompanhamento estratégico.
Assim, o nível da conversa muda automaticamente. Deixa de ser sobre entrega de declarações e passa a ser sobre impacto no resultado, previsibilidade financeira e apoio consistente à tomada de decisão.
Esse reposicionamento transforma a dinâmica comercial. O escritório deixa de competir por preço e passa a competir por inteligência. E isso impacta não apenas o ticket médio, mas também a percepção de valor construída no mercado.
Quando falamos em Business Intelligence aplicado à contabilidade, a pergunta inevitável é: quais indicadores realmente fazem diferença na gestão do cliente?
Entre os indicadores mais relevantes que você pode começar a apresentar para o cliente, estão:
Implementar tecnologia na contabilidade não significa apenas contratar uma ferramenta nova ou adicionar um BI à rotina. Significa mudar cultura.
A transformação começa dentro do próprio escritório. É preciso que o foco passe a estar na centralidade do cliente e nos resultados que ele alcança.
Essa mudança também exige esforço ativo do escritório na relação com o cliente. O modelo consultivo não acontece sozinho. O cliente precisa ser educado para entender o novo formato de entrega, a importância dos indicadores e o valor de uma gestão baseada em dados.
É uma construção conjunta.
“O contador precisa ser proativo, buscar informação e entregar o que há de melhor. Se as pessoas entendem o que está acontecendo, elas engajam no crescimento da empresa. O mercado hoje exige isso, ainda mais com mudanças como a reforma tributária, integração de sistemas e atualizações constantes na legislação.”, afirma Maico.
A contabilidade consultiva começa, de fato, quando o escritório decide liderar essa mudança, assumindo o papel de parceiro estratégico e não apenas de executor operacional.
Se a contabilidade consultiva depende de dados organizados, indicadores claros e relatórios contábeis gerenciais bem estruturados, ela também depende da ferramenta certa para transformar informação em estratégia.
O HubCount BI foi desenvolvido exatamente para isso: apoiar escritórios que querem evoluir seu posicionamento e valorizar suas entregas contábeis.
Com ele, o contador transforma balanço patrimonial, DRE, fluxo de caixa, folha de pagamento e demais indicadores em uma leitura gerencial e visual e estratégica para o cliente. Os números deixam de ser técnicos e passam a ser compreensíveis e utilizáveis na tomada de decisão.
A solução faz conexão nativa com mais de 100 ERPs do mercado, eSocial, sistemas financeiros, garantindo clareza e confiabilidade nos dados.
Além disso, o HubCount BI utiliza Inteligência Artificial para:
Isso significa mais agilidade, mais profundidade nas análises e mais tempo para atuar estrategicamente com o cliente.
Assim, o escritório evolui, fortalece seu posicionamento consultivo e valoriza seus serviços.
Quer ver na prática como o HubCount BI pode transformar seus relatórios contábeis em diferencial competitivo?
